Terapia Ocupacional

Terapia Ocupacional

A Terapia Ocupacional é a ciência que estuda a atividade humana e a utiliza como recurso terapêutico para prevenir e tratar dificuldades físicas e/ou psicossociais que interfiram no desenvolvimento e na independência do cliente em relação às atividades de vida diária, trabalho e lazer. É a arte e a ciência de orientar a participação do indivíduo em atividades selecionadas para restaurar, fortalecer e desenvolver a capacidade, facilitar a aprendizagem daquelas habilidades e funções essenciais para a adaptação e produtividade, diminuir ou corrigir patologias e promover e manter a saúde.

Organização Mundial de Saúde – OMS

A Terapia Ocupacional no Centro de Reabilitação de Jundiaí.

O Serviço de Terapia Ocupacional, integrado ao departamento de reabilitação, do Centro de Reabilitação de Jundiaí compõe uma equipe multidisciplinar Avalia e, quando necessário, atende os casos em que a biomecânica e a funcionalidade dos membros superiores está comprometida em função de sequelas de distúrbios neurológicos e/ou ortopédicos.

A Terapia Ocupacional busca reabilitar de forma funcional os membros superiores através de exercícios ativos e passivos.  Dentre os objetivos trabalhados em terapia estão:

– Tratamento cicatricial para prevenção de aderências e queloides;

– Controle de dor e edema;

– Realização de exercícios e atividades para ganho de amplitude de movimento;

– Fortalecimento muscular;

– Reeducação sensorial;

– Reabilitação da função de preensão, pinça e treino da coordenação motora fina para que o membro afetado possa desempenhar satisfatoriamente as atividades de vida diária e prática;

– Quando necessário realiza-se o treino para troca de dominância;

– Orienta-se o uso de órteses e aplicação de bandagens para posicionamento e mobilidade do membro;

– Confecciona-se adaptações de utensílios para escrita e alimentação.

É essencial que haja a colaboração do paciente e/ou cuidador em seguir as orientações dadas em terapia para o sucesso da reabilitação.

Nos casos em que o quadro do paciente encontra-se estabilizado e/ou cronificado, sem que o mesmo tenha recuperado totalmente a função dos membros superiores, cabe ao Terapeuta Ocupacional orientar no momento da alta como estimular as potencialidades do paciente para que o mesmo preserve, perante ao quadro motor existente, o máximo possível da independência e autonomia, visando manter sua qualidade de vida.

Patrícia Da Silva Milharese
Terapeuta Ocupacional
CREFITO-3 15596-TO